Cannibals on the island?
Voltaram para a casa na árvore, Sayumi e Miura inconformadas por não poderem fazer nada para ajudar o baterista de covinhas.
- Será que ele vai ficar bem Uru?
- Vai sim Sayuzinha, afinal ele matou o Yune, sabe se virar.
- Espero mesmo...
Enquanto isso do outro lado da ilha Kai amordaçado era carregado por pessoas até uma aldeia. Chegando lá foi amarrado num tronco e despertou. Olhou ao redor e viu uma grande fogueira.
- KAMI SAMA VÃO ME ASSAR!
- Não, você é magro demais e não comemos gente. – Disse um homem de máscara.
- Quem é você?
- Ah se eu quisesse que você soubesse não estaria de máscara nee esperteza...
- Por que me prenderam aqui?
- Na hora certa você vai saber, agora fica quietinho aí que o povo quer jantar!
E jantaram. Várias pessoas colocaram uma grande mesa logo a frente do moreno de covas, e algumas mulheres que pareciam cozinheiras mascaradas trouxeram vários pratos e talheres, deixando Kai confuso. Como poderia ter gente assim numa ilha deserta?
Comeram e não dividiram um só pedaço da carne que cheirava tão bem com o moreninho que não havia comido nada desde o naufrágio do navio.
- Sacanagem, to com fome!
- Se você tiver dinheiro aí pode comprar algo ali na barraca de cachorro quente. – Falou uma das mascaradas bem baixo, como se não quisesse ser ouvida pelo resto.
- Mas estou preso aqui!
- Está nada, uma dica, a mente prega peças, não se deixe iludir.
Ficou pensando no que a mulher lhe falou e não conseguia achar nenhuma resposta para aquilo, já estava desistindo quando olhou para cima de uma cabana e pode ver uma lente, como daquelas câmeras que ele conhecia muito bem. Achou estranho ter uma câmera ali. Foi então que pensou “se estou sendo filmado talvez essas algemas sejam falsas”. Mexeu um pouco os punhos e descobriu que realmente eram falsas. Pode sair dali sem que ninguém percebesse, pegou uma máscara para não ser reconhecido e foi a tal barraca de cachorro quente.
- Oi, me vê um dogão aí, completo!
- Sim senhor, já está saindo!
Comeu com gosto e repetiu, mas não tinha nenhum dinheiro ali no momento.
- Aceita cartão? – Disse tentando enrolar, claro que eles não aceitariam cartão numa ilha deserta.
- Visa ou Mastercard.
- O.O’
- Vai pagar com o cartão senhor?
- Vou sim, aqui! – Por sorte sempre levava seus cartões e documentos.
Pagou e saiu andando, precisava dar um jeito de voltar para a casa na árvore o quanto antes, mas a noite seria difícil, então procurou por um lugar para dormir. Encontrou uma pousada! NUMA ILHA DESERTA!
Enquanto fazia o cadastro de hospedagem lá do outro lado da ilha Miura estava sentada sozinha na varanda olhando para a lua que estava linda e iluminada.
- Gosta da lua Miura-chan?
- Ah, Aoi, é você! Sim, acho perfeita!
- E estaria tudo perfeito mesmo, um cenário como esse, uma pessoa maravilhosa como você observando o luar da varanda de uma charmosa casa na árvore. Seria realmente como um sonho se não tivéssemos perdido nosso baterista comedor de maionese...
- Sim, mas não podemos fazer nada por enquanto!
- É verdade, mas eu queria te perguntar, aquilo na cachoeira...
- Vamos esquecer aquilo ok, eu sou só uma fotografa e você um grande guitarrista, um caso comigo só iria te atrapalhar.
- Você que sabe Miura, mas antes de dizer coisas assim perceba o quanto você é especial, o status não quer dizer nada sobre o caráter de cada um.
Disse isso e se afastou, para deixar a pequena com seus pensamentos. Esta indecisa sem saber se o certo seria seguir seus sentimentos ou seguir seu cérebro que dizia que tudo aquilo era uma grande loucura.
Todos foram tentar dormir um pouco, preocupados com o moreno de covinhas não obtiveram muito sucesso. Uruha acordou no meio da noite e resolveu beber algo pra ver se dormia, lembrou-se do barril de saquê que havia trazido do navio.
Foi até o barco e percebeu que já tinha alguém ali.
- Sem sono Uru?
- Pois é, vejo que você também...
- E dá pra dormir com tanta coisa acontecendo?
- E não podemos fazer absolutamente nada!
- Podemos beber até cair, melhor do que ficar pensando e pensando...
- Tem razão, pensamos igual.
Ficaram sentados na praia com o barril logo ao lado enquanto na cabana Miyavi roncava agarrado a um estranho bicho de pelúcia sem olhos, Miura finalmente dormiu um pouco e foi coberta gentilmente por Aoi que pegou no sono ao lado da moça e quanto a Ruki e Reita realmente vale a pena perder um tempo para descrever a situação em que se encontravam.
Reita esticado no chão sobre um tipo de colchão de palha dormiu rapidamente com Ruki a seu lado que também parecia estar cochilando, porém não era bem assim.
- É hoje que eu descubro o que tem atrás dessa faixa MUHAHAHA!
Sorrateiramente o loirinho menor virou-se para o lado de Akira e esticou o braço lentamente, quando tocou a faixa decidiu permanecer com a mão ali por um tempo a fim de impedir que o maior sentisse algo e acordasse com cara de ponto de interrogação.
Quando finalmente achou que seria hora de puxar a faixa e revelar o segredo Reita deu um soco no ar, ainda dormindo que acertou em cheio o rosto desprotegido de Ruki.
- Pode vir Bruce Lee! Estou pronto pra você! – Resmungou Reita ainda socando o ar.
- Ai! P****! Isso dói! C******! Vai tomar no ** desgraçado! – Gritou o pequeno sentindo muita dor.
Mas o loiro de faixa nem percebeu e finalmente se acalmou voltando a dormir calmamente. Ruki não iria desistir tão fácil, e na segunda tentativa...
- Canibais malditos! Eu vou salva-lo Kai! – Resmungou novamente dessa vez dando ponta pés, e um deles acertou em cheio o instrumento sagrado do pequeno que estava em pé para se proteger de levar um chute na cara.
- ... – Não teve forças nem para gritar, a dor era tanta que lagrimas começaram a riscar o belo rosto do pequeno.
Depois de se recuperar decidiu que não era seguro dormir ao lado de Reita e se afastou procurando outro lugar.
Lá na praia Sayumi e Uruha já estavam completamente bêbados.
- Ai Uru! Eu não agüento mais esperar! E se Kai estiver enfrentando os canibais sozinho?
- Num sei Sayu *ick*[barulho de soluço?], mas acho que deveríamos ficar aqui por enquanto!
- E o que podemos fazer pra passar o tempo? – Disse a moça levantando-se e cambaleando para o lado esquerdo.
- Que tal esquentar as coisas? – Respondeu o loiro com cara de safado.
- A gente já fez isso... – Retrucou a moça olhando para as roupas amassadas no chão de areia branca.
- Vamos fazer de novo? – Perguntou quase numa suplica.
- Uru, você não é fácil sabe? Não me recuperei ainda!
- Tudo bem, então vamos procurar o Kai!
- Sério?
- Aham! Eu te protejo se algo acontecer – Falou batendo no peito e se achando o tal enquanto Sayumi pulava de entusiasmo.
Saíram cambaleando pela praia abraçados e com uma espécie de tigela cheia de bebida. Estavam decididos a encontrar Kai custasse o que custasse. Andaram durante horas e perceberam que pela praia nada encontrariam, então seguiram pela trilha que Sayu jurou ter visto um canibal anão.
- Eu vi um canibal anão Uru!
- Sayuzinha linda, já está até vendo coisas, que fofa. Mas não seria mais normal ver um duende verde?
- Sei não, mas é sério! Você não acredita em mim – começou com o drama costumeiro que o loiro achou uma graça.
- Não é que eu não acredite, mas veja... Você está completamente bêbada, vai ver confundiu as coisas...
- EU SABIA!! VOCÊ NÃO ACREDITA EM MIM E AINDA DIZ QUE ESTOU BEBADA!
- Sayuzinha kawaii do tio Uru! Não é isso é só...
- Tio Uru é mau! Não gosto mais dele – fez bico.
- Tudo bem, olhe aqui... Vamos lá, me mostre onde você viu o anão que eu acredito, sim?
E Sayumi decidida, pegou a mão do loiro, que era muito maior que a dela, e puxou-o com certa pressa até uma trilha no meio da mata que estava super escura.
Do nada apareceu uma lanterna enorme que tinha luz mais forte que a de um refletor de campo de futebol e iluminou o caminho, andaram alguns minutos, quando Uruha estava quase desistindo e voltando eis que aparece o tal canibal anão. Este tinha um osso amarrado no topo da cabeça semelhante ao da imagem abaixo. Mas este era anão.

Uruha ficou assustado e Sayumi exibiu um sorriso triunfante na cara, como se dissesse “Eu não tinha dito? Acredita agora?”. O pequeno saiu correndo e Sayumi sugeriu segui-lo.
- Vamos atrás dele!
- Sei lá...
- Vai deixar um anão te vencer?
- Dá no mesmo, se não for o anão me vence e se eu for a anã estará me vencendo!
Sayumi olha para a câmera e diz – O que será que ele quis dizer com isso? – Ouvem-se os risos no fundo. (imitando Chaves se alguém não entender –Q)
(autora sem muita idéia, vou parar por aqui, até a próxima!)
CONTINUA...
Notas finais:
Uruha: Nossa, a única coisa que eu faço bem nesse negoço é beber! Sacanagi!
Autora: E o que tem de errado com isso?
Kai: Verdade! Eu só sirvo pra comer maionese e ser raptado...
Uruha: Não tem nada de errado oras, mas eu bem que podia fazer algo heróico não?
Reita: Nem vem, o único herói disso aqui sou eu “o fantástico Reita! O melhor baixista herói do mundo!”
Ruki: Vai tirando o cavalo da chuva calopsita, eu com certeza serei o herói...
Autora: O herói vai ser o Kai, o vice-herói vai ser o Uruha!
Aoi: Hei fubá! O Kai não pode ser herói! Ele matou o Yune!
Sayumi: concordo, além do mais esse negoço de herói ser homem é muito machista, eu tenho que ser heroína!
Miura: KKKKKK’ Sayumi, você acorda de tarde, com preguiça, não consegue nem esquentar a água pro miojo... Uma heroína precisa estar aí em tempo integral... Por que não deixamos o Aoi?
Aoi: Own minha Miura linda, eu não quero ser herói de nada, apenas quero ser aquele a salvar seu coração.
Autora: Meu Deus! Assim vocês me deixam louca! Calem-se! O herói será meu convidado do além Osama Bin Laden.
Bin Laden: Eu sou terrorista não herói! OLHA A BOMBA!
Uruha: Salvem-se quem puder *pega Sayumi no colo e sai correndo, no meio do caminho percebe que esqueceu a garrafa da sorte, larga Sayu no chão e volta buscar*.
Autora: Se eu sobreviver termino a história ainda esse ano! Até a próxima! AAAAAAAAAAAAh
BOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Chega Myv e vê tudo aos destroços e pegando fogo.
Miyavi: Droga! Cheguei atrasado de novo...

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